sexta-feira, 20 de julho de 2018

COMO NASCEM OS MONSTROS - SERIAL KILLERS




























Ao longo de décadas, nomes como O Assassino do Zodíaco, John Wayne Gacy, Denis Rader (O Assassino BTK), Ted Bundy, Filho de Sam, Jeffrey Dahmer, tanto os nomes verdadeiros, quanto os apelidos destes assassinos, vivem marcados no consciente coletivo do povo norte-americano, por conta da ampla cobertura dos jornais, livros, filmes e documentários de TV. 

Grande parte dos que foram capturados aparentavam ser cidadãos comuns - com alguns atrativos, bem-sucedidos e ativos em suas comunidades - até a descoberta de seus crimes.
 
Um assassino como esse, não "amanhece louco" simplesmente um dia e sai matando um monte de gente. Seu desejo de matar não é norteado por ganância ou ciúme. Mas o que então faz uma pessoa não só matar, mas matar diversas pessoas com alternância periódica de dias, semanas, até anos? Para este tipo de assassino, existe um nome especial: Serial Killers (assassinos em série).
 
Podemos colocar como sendo essa a melhor definição de assassinato serial: “Uma série de dois ou mais assassinatos cometidos como eventos separados, normalmente, mas nem sempre, por um infrator atuando isolado. Os crimes podem ocorrer durante um período de tempo que varia desde horas até anos. Quase sempre o motivo é psicológico, e o comportamento do infrator e a evidência física observada nas cenas dos crimes refletiram nuanças sádicas e sexuais”
 
Foi em meados dos anos 70, que o termo "serial killer" foi criado, isso por Robert Ressler, ex-diretor do Programa de Prisão de Criminosos Violentos do FBI. A escolha de "serial", foi porque a polícia inglesa chamava este tipo de assassinato de "crimes em série", e também por conta dos seriados que ele assistia na infância. Antes disso, tais crimes às vezes eram chamados de assassinatos em massa ou simplesmente crimes em que um estranho mata outro estranho.
 
O serial killer é definido pelo FBI, como uma pessoa que mata três ou mais vítimas, com intervalos periódicos entre as mortes. Assim, podemos separá-los dos assassinos em massa, que matam quatro pessoas ou mais ao mesmo tempo (ou em um curto período de tempo), em um mesmo local, e dos assassinos turbulentos, que matam em locais variados e em intervalos mais curtos de tempo. Geralmente, os serial killers atuam sozinhos, matam estranhos, e matam por matar (ao contrário dos crimes passionais).
 
Segundo verificado em estudo recente do FBI, tivemos aproximadamente 400 serial killers nos Estados Unidos no último século, computando aproximadamente de 2.526 a 3.860 vítimas. Entretanto, não há uma maneira de saber na verdade, quantos serial killers estão em atividade em um dado período - alguns especialistas arriscam números entre 50 e 300, mas não há como provar.
 
Aparentemente, os assassinatos em série aumentaram nos últimos 40 anos. 80% dos 400 assassinos em série do último século, surgiram a partir de 1950. A causa disso ainda é uma pergunta que permeia inúmeros em debates; não há resposta, assim como não há uma resposta simples sobre os motivos que levam pessoas se tornarem serial killers.

Em nosso próximo artigo sobre o tema, falaremos sobre A Classificação dos Serial Killers.

Até lá!!!!

quinta-feira, 28 de junho de 2018

BREVE REFLEXÃO SOBRE A SUPOSTA CULTURA DO ESTUPRO

Ola, meus caros camaradas!

A presença de Manuela D'Ávila (PC do B), pré-candidata a presidência da república em 2018, no programa Roda Viva da TV Cultura, no dia 25/06/2018, trouxe mais uma vez a tona a discussão sobre a cultura do estupro. Não vou entrar no mérito dos detalhes abordados em toda a entrevista. Vou me ater exclusivamente ao tema proposto aqui, pois algumas verdades precisam ser ditas a respeito do mesmo.


Primeiramente, eu sou 100% a favor da castração química de estupradores, além de prisão perpétua ou até pena de morte. Mas isso para estupradores MESMO, onde há o contato físico!!!! Agora, verdade seja dita, há sim de se fazer um PESADO trabalho de base educacional e cultural em nosso pais. Façam um teste: coloquem uma mulher bonita embriagada ou dopada, andando nua em algum lugar por aqui, que 90% dos homens presentes vão querer se aproveitar e fazer "barba, cabelo e bigode" com ela. Agora faça o mesmo teste em outro país de nível cultural e intelectual mais elevado e o resultado será inverso. 

Óbvio que não defendo nem os clássicos estupradores e nem os corriqueiros "encoxadores" de ônibus, metrô e trem. Nem isso e nem ficar  passando a mão,  querer beijar  a força ou qualquer outro ato mais  atrevido. Mas por outro lado, a mulherada exagera um pouco, quando reclama até de uma simples cantada (não falo das invasivas e desrespeitosas!). Afinal, nenhum de nós nasceria se não fosse por uma cantada inicial! 

Para dar um exemplo: se um cara como eu, normal, sem maiores atrativos, chegar em uma mulher bonita e falar algo do tipo "linda", "maravilhosa", ou até mesmo o famoso "ê lá em casa",  ou somente pedir um contato pra se conhecerem melhor, corre o risco de apanhar ou ser preso. Agora ponha no lugar desse cara o Cristiano Ronaldo, por exemplo... Garanto que vai ser bem diferente. Se não interessa a mulher, ela considera abuso, se interessar, tá tudo certo. Mas como saber se não houver a iniciativa do sujeito?

Há de se buscar um equilíbrio aí, pois dada a complexidade do tema, todos os pontos envolvidos devem ser cuidadosamente ponderados.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

PSICOPATAS, SERIAL KILLERS, ASSASSINOS EM MASSA - COMO NASCEM OS MONSTROS (BREVE INTRODUÇÃO)




Olá, meus caros camaradas!

Esse é mais um daqueles artigos que venho, há tempos, amadurecendo para colocar aqui no blog. E não é pra menos, dada a complexidade do tema. Polêmico, indigesto, controverso, repleto de reviravoltas e potencial gerador de discussões acaloradas.

Bom, vamos lá...

Em tempos onde quase tudo é tratado como "mimimi" (acredite, o bullying já é chamado assim!), onde o preconceito já começa a ser banalizado ou tido como irrelevante nas redes sociais, creio que é chegado o momento de abrirmos uma grande via de reflexão para sabermos o que realmente estamos fazendo com o próximo.

É muito comum hoje em dia vermos postagens do tipo "na minha época a gente chamava o fulano de gordo, magro, branco, preto, feio, esquisito e não dava em nada". Ou então "no meu tempo a gente mexia com a mulherada de tudo que era jeito e não dava em nada". Como complemento, informam que no fim das contas todos acabavam rindo ou, no caso das mulheres, quando dava errado, no máximo rolava um xingamento ou um tapa de volta da parte delas. Normalmente esses relatos são acompanhados das famosas classificações de "raiz" e "Nutella".

A pergunta que faço é a seguinte: dá pra generalizar dessa forma?

Eu também vivi essa fase onde supostamente acontecia isso tudo e, pelo menos aparentemente, não havia maiores consequências. Mas será que realmente não havia?

Ora, brincadeiras, zoações, curtições, são muito, muito saudáveis, quando falamos de boa convivências entre amigos, colegas, parentes, etc. Mas isso tudo tem um limite. E este limite reside em um ponto muito simples: a outra parte concordar de bom grado com a brincadeira que está sendo feita. Aí é que está o ponto crucial da coisa! A aceitação existe em 100% dos casos?

Não vamos esquecer também dos traumas existentes dentro das famílias. Monstros criados dentro de casa, em lares desestruturados, emocionalmente abalados e violentos.

A série de artigos que vamos apresentar dentro deste tema, tem como ideia central expor diversos casos de assassinatos em série e em massa e, buscar, dentro dos dados pesquisados, uma explicação minimamente lógica para a existência desse tipo de tendência criminosa. Nosso esforço se dará no sentido de entender as causas, para saber o que transformou seres humanos em verdadeiros monstros sociais.

Vamos juntos acompanhar essa viagem sombria. Aguardem os próximos capítulos...

Assista esse vídeo em nosso canal:


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sábado, 7 de janeiro de 2017

DESCONFIANÇA





















Olá, meus caros camaradas.

Vamos começar esse ano de 2017, tratando de um tema muito conhecido de todos nós: A DESCONFIANÇA.

Meus amigos, quantas vezes nós deixamos passar diversas oportunidades, ou deixamos de fazer ou adquirir algo, pelo simples fato de não ouvirmos? Pois é... isso é muito mais comum do que imaginamos.

Depois de muito aprendizado, muitas vezes doloroso, quero aproveitar e compartilhar umas dicas com vocês:

1) Sempre que um amigo surgir e te oferecer uma oportunidade, ou te apresentar alguma sugestão ou idéia, do que quer que seja, pelo menos escute atentamente. Mostre respeito, consideração e seja um bom ouvinte, pois aquele amigo pode estar trazendo a oportunidade de sua vida! Outra coisa, se é seu amigo, por que não ouvir? Um amigo verdadeiro jamais vai tentar colocar você em uma situação difícil, muito pelo contrário!

2) Se por acaso, uma pessoa desconhecida, ou de pouco contato com você, te parar e falar algo inusitado, que também seja uma novidade, oportunidade, proposta, etc, é claro que você não vai abraçar aquilo imediatamente como uma verdade absoluta. Apenas escute. O simples fato de escutar não representará mal nenhum. E quem sabe, este encontro inusitado trará também uma agradável novidade?

Pessoal, durante muito tempo, tratei com certo desprezo e arrogância algumas pessoas, inclusive amigos, que simplesmente me apresentavam desde opiniões até oportunidades e produtos. Pois bem, em junho de 2016, agi de forma parecida com um grande amigo. Na verdade fui até respeitoso, mas não dei atenção a oportunidade que ele me apresentou na época. Mas, na condição de grande amigo que é, ele não desistiu de mim, até que finalmente percebi que era exatamente o que precisava para minha vida. Por conta disso, hoje creio, pela fé, que o ano de 2017 vai ser bem melhor para mim do que foi 2016. Tudo isso pela perseverança de um amigo!

Sei que hoje, no mundo em que vivemos, tão cheio de dissabores, a desconfiança impera, até como uma forma de defesa, mas que na maioria das vezes nos cega. E essa é mais uma das armadilhas do maligno! Ele tanto cria situações para nos prejudicar, como também nos cega pela desconfiança, nos impedindo de pelo menos conhecer algo novo e bom para nós. Assim ele tira nossa visão, nossa motivação, nossa capacidade de raciocinar e enxergar boas oportunidades.

Por outro lado, Deus está sempre tentando nos mostrar o melhor caminho, muitas vezes de forma óbvia, outras de forma inusitada. Por isso, devemos estar sempre antenados com Ele, atentos a Seus sinais. Lembrem: "Vigiai e orai". Um exemplo clássico temos na Bíblia, quando João Batista viu a Jesus e falou a seus discípulos que agora era a Ele que deveriam seguir. Os discípulos de João foram, mas alguns ficaram como? Desconfiados! Perguntavam o que ele tinha para oferecer, se era seguro segui-lo, se ele era realmente o messias. Jesus simplesmente disse: "Vinde e vede". Ou seja, tenham fé! Ora, João Batista já não havia falado Dele? Já não havia dado todo o direcionamento? Logo, se Ele chegou, por que exitar em acompanhar Jesus? João não teve dúvidas em apontar Jesus aos discípulos e afirmar que ele era o messias. E com certeza, João não queria o mal para aqueles que o acompanhavam já há algum tempo.

Meus amigos, a mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original. Ela cresce, desenvolve! Por isso, pelo menos escutem! As vezes, a felicidade bate a sua porta, enquanto você está distraído no quintal, procurando o trevo de quatro folhas.

Grande abraço e fiquem com Deus!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

VERDADE MISTERIOSA - O ELEVADOR E O 16º ANDAR

Olá meus caros camaradas!

Hoje contamos com o depoimento de dois amigos de Porto Alegre/RS. Vejam que prédios antigos têm muita coisa a nos contar...

"Em janeiro de 2003 eu e uma turma de amigos partimos para a cidade de Porto Alegre com o objetivo de frequentar o Fórum Social Mundial, sendo que ficamos durante o período de uma semana.

Em nossa estadi
a ficamos no apartamento de uma amiga em um prédio da cidade. E foi ali que tudo aconteceu.

O centro da história não se baseia no objetivo da viagem, mas sim no prédio em que ficamos.

Como o prédio em que nossa amiga morava se localizava bem na zona central da cidade, ele possui uma história muito longa, sendo muito antigo e muito grande.


Sua estrutura interna, como as paredes, eram de madeira, dando um ar antigo porém clássico; parecia que muita coisa já havia acontecido ali.

O ar também não era comum, dando a impressão que ao entrar no prédio, nos sentíamos em outro mundo, mas o que mais marcou mesmo foram os 2 elevadores de madeira quebrando o silêncio por misteriosos estalos, que a princípio, pensávamos ser causados pela sua mecânica bem antiga.

Nenhum dos companheiros da turma tinha claustrofobia, mas, quase que inevitavelmente ao entrarmos no elevador, sentíamos uma horrível sensação de sufocamento e mal-estar.

No meio daquela semana, em uma noite faltou bebida no quarto, sendo que eu e mais dois amigos ficamos encarregados de comprar cerveja às 3 horas da madrugada (sabe como é, a famosa bagunça em turma).

No momento em que voltamos da nossa busca frustrada, entramos no elevador da direita, pois já estava esperando no térreo (curiosidade: descemos com o elevador da esquerda).

Entramos, e todos são testemunha que pressionei o botão do 7º andar.

Estranhei e comentei com o pessoal que estava demorando para chegarmos em nosso andar.

Quando começamos a contar os pilares, notamos mais de 10 andares passando por nós.

Misteriosamente o elevador parou no 16º andar, sem abrir as espessas portas de madeira oca.

Um terrível silêncio tomou conta do ambiente, enquanto olhávamos um para o outro abismados e ao mesmo tempo buscando alguma explicação para tudo aquilo.

De repente, ouvimos um motor acionando com o ruído bem próximo da gente, e por isso deduzimos que estávamos perto do último andar do prédio.

Conseguimos também ouvir que o elevador da esquerda parou no mesmo andar que o nosso abrindo suas portas, e segundos depois, abrem-se as portas do nosso elevador.

Todos apavorados saem imediatamente do elevador e observam que não tem nenhuma pessoa conduzindo o outro elevador.

Então descemos rapidamente pelas escadas até o 7º andar.

Dois dias depois, ficamos no prédio novamente durante a noite e em todo o tempo em que não conseguíamos dormir, ouvíamos claramente que os elevadores não pararam de funcionar, e isso tudo já era de conhecimento de toda a turma.

Às vezes alguns ruídos mais altos me despertavam novamente.

Na manhã seguinte resolvemos comentar os fatos para o dono do bar onde tomávamos nosso café da manhã.

Ele nos olhou com seriedade e ao mesmo tempo com um ar de quem já tinha ouvido muitas vezes a mesma história.

Então nos contou que no século passado o prédio era um hotel, e nele trabalhava um homem que dedicara a vida ao bem-estar e limpeza do local.

Era responsável por toda a manutenção do prédio, bem como dos elevadores, sendo que um fato horroroso acabou com a história do hotel.

O homem, cujo ninguém se recordava o nome, no dia da manutenção dos elevadores, estava ajustando a altura que o equipamento pára em relação aos andares.

Seu alinhamento estava muito acima do normal.

Não se sabe como, mas dizem que ele acabou caindo do 16º andar quando entrou no espaço destinado à ocupação do elevador, mas este não estava no mesmo andar.

Enfim, dentro da realidade... a gente até hoje se pergunta: isso foi uma simples coincidência?

Achamos que sim, mas a partir dessa temporada todos nós passamos a usar as escadas."

Pois é... marcas do passado? Coincidência? Ou realmente algo sobrenatural ainda insistia em permanecer no local, cuidando da manutenção dos elevadores? Ou seria por outro interesse? Lembrem-se: "o mundo inteiro jaz no maligno..." 

Grande abraço e até a próxima, se Deus quiser!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

INFORMAÇÃO: NEM TODOS ESTÃO PREPARADOS!

Olá, meus caros camaradas!
Nos últimos 2 anos, a população brasileira mergulhou de cabeça na onda da politização. Não me lembro de um período em que se tenha discutido tanto sobre política, quanto normalmente se faz quando o tema é futebol ou novelas. Espero que continue assim, pois o povo brasileiro precisa abrir definitivamente sua mente, para deixar de ser ludibriado pelos políticos.
Infelizmente, o fato de discutir política, não significa que a pessoa está devidamente informada ou pelo menos sabe do que está falando. Ao longo de todo esse processo envolvendo manifestações, operação lava jato, impeachment de Dilma, prisão de Cunha, eleições, etc., nós enfrentamos diversos diálogos e discussões, nos quais, infelizmente sofremos duras críticas aos nossos posicionamentos. Antes de mais nada, deixo claro que recebo bem qualquer opinião contrária ou crítica, desde que seja bem fundamentada. Mas, em muitas ocasiões, não foi esse o caso. Recebemos verdadeiras agressões verbais, de pessoas totalmente dominadas pela ignorância aos fatos. Creio que quando você resolve entrar em uma discussão, você deve estar minimamente preparado e informado. Ou então, disposto a aprender, de mente aberta, para receber novas informações, se atualizar de assuntos diversos. Mas muita gente não age assim. E eu fico indignado sim, pois o desejo de se informar não depende de idade ou classe social. Inclusive, afirmo que, por diversas vezes, tentando apenas levar um pouco de conhecimento para algumas pessoas, por pouco não fui agredido fisicamente. Isso traz uma decepção muito grande, já que nós, que procuramos sempre nos manter atualizados quanto a diversos fatos, buscamos detalhes sobre partidos, políticos, seu histórico, processos aos quais respondem, etc., fazemos tudo isso, todo esse esforço, para sairmos da ignorância e também ajudar outros a fazerem o mesmo. Nós, que buscamos a informação, temos a obrigação de compartilhá-la. E a grande tristeza é perceber que, agindo assim, ainda somos criticados e agredidos por aqueles dominados pela cegueira intelectual. Nunca se esqueçam de uma coisa: o pior cego, é aquele que prefere permanecer na escuridão da ignorância.
Nos anos 80, a banda Titãs, na música "Estado Violência", dizia o seguinte:
"Homem em silêncio, homem na prisão, homem no escuro, futuro da nação"
E é verdade! Sábias palavras dessa banda!
O povo calado, atrás das grades da ignorância e completamente cego a verdade dos fatos, é o que interessa a nossa nefasta classe política, que, dessa forma, só faz aumentar mais e mais seu domínio corrupto.
Peço muito a Deus que traga luz a esses cegos ignorantes, pois na verdade, por trás de toda a arrogância que apresentam ao nos agredir, estão fazendo o jogo de nossa famigerada "Máquina do Estado", servindo de marionetes em suas mãos.
Bom, pelo menos nem todos são assim! E é isso que nos dá motivação para seguir adiante!
Um grande abraço e fiquem com Deus!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

VERDADE MISTERIOSA - SALVO DE UM DEMÔNIO!

Olá meus caros camaradas! Pegando carona na onda do Halloween, apresentamos aqui um relato bastante interessante enviado por um colaborador nosso do Mato Grosso do Sul.





"Isso aconteceu comigo há oito anos atrás (2008). Eu tinha 13 anos na época, hoje tenho 21.

2008 foi uma época meio estranha pra mim, eu estava fascinado pelo sobrenatural, fato causado em grande parte pela série de mesmo nome.

Depois de muitas pesquisas, com avisos de "não faça isso", eu resolvi entrar na onda do jogo do copo. Sim, eu estava doido, sem noção do que fazia. Achava que seria legal, que era seguro falar com... seres não humanos. Joguei o maldito jogo da tábua OUIJA virtualmente, em um site.

O "ser", em questão se disse chamar GI, e ele não era humano (perguntei se ele(a) era). Disse que morava há muito tempo em minha casa da época (uma vila). Isso foi no Amazonas, hoje estou no Mato Grosso do Sul (Graças a Deus!), ele(a), disse que alguém havia se matado no meu quarto. Fiquei com medo, claro, imaginando tal situação. Disse que queria vê-lo, que ele aparecesse para mim... como disse, louco.

Depois dessa "conversinha", fiquei aterrorizado. Morria de medo de ficar sozinho em casa, eu olhava com terror para o corredor de casa. Dormi até com meus pais uma vez, de tanto medo, usando a desculpa do ar condicionado que só eles tinham.

Então, pouco tempo depois, algo estranho e pertubador aconteceu. Isso foi de manhã (estudava a tarde na época). Meu abajour caiu (ele era aqueles pequeninhos que botamos na tomada, tipo uma lanterna da tomada). Lembro-me de ficar assustado para caramba. A noite, quando fui dormir, fiquei chocado ao vê-lo... O pequeno abajour-tomada estava destruído! Ele tinha uma capa, e depois, a lâmpada. A capa estava derretida, não totalmente. A marca de um polegar perfeita estava onde o plástico da capa havia derretido. Ou seja, ia acontecer um incêndio. Meu pai até me disse que Deus me protegeu.

Com o coração apertado, concordei. O jogo do copo é apenas um bate-papo com demônios. Um tentou me matar, com uma simples lâmpada, mas o Senhor ou seus Anjos me protegeram.

Aprendi que o ocultismo é algo que você só pode pesquisar, nunca adentrar nele, pois é um caminho sem volta. Sempre agradeci por ter sido salva."

E aí, meus caros camaradas? Quem vai encarar? Muito cuidado, pois há uma diferença muito grande entre investigar o sobrenatural e fazer invocações (caso da brincadeira do copo). No tocante a invocações, o final nunca é dos melhores...

Assista também ao vídeo desse relato em nosso canal, na playlist VERDADE MISTERIOSA.